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sexta-feira, 26 de abril de 2013

GRANDES PERSONAGENS DA NOSSA QUÍMICA

Aldeido Fenol(*1920 +1974)
  Filho bastardo da ligação covalente de um gás nobre e uma substância pura, que não soube usar a tabelinha periódica. Aldeido Fenol ficou conhecido por seu temperamento explosivo, já que costumava provocar reações eletrolíticas sempre que alguns maus elementos, ou metais da pesada, como o trio Bismuto(Bi), Irídio(Ir) e Tálio(Ti), discordavam dele.
  Empresário de sucesso, era conhecido como o "rei da segunda via" por causa da enorme quantidade de complexos de carbono que vendia em escritórios e repartições. Mas com o advento da xerox, Aldeido foi à bancarrota e conheceu a miséria.
  Em situação deplorável, teve que se sujeitar a tudo, tendo, inclusive, entregado seu anel benzênico a diversos elementos, como os famigerados Paládio(Pd), Molibdênio(Mo) e Cádmio(Cd), que não dispensaram a oportunidade de meter-lhe o Ferro(Fe). Comenta-se que até o Titânio Arnaldo Antunes e o eterno craque rubro-negro Zinco estiveram naquele Cu(Cobre). O contato com metais de transição, que jamais desejaram uma ligação estável, fizeram de nosso saudoso Fenol, uma figura insípida, inodora e incolor. Aldeido vivia na maior água.
  No início dos anos 70, enveredou pelo caminho das drogas, cheirando polímeros e fazendo uso de um acido de alto teor PH que tirava todos os seus neutrons de órbita. Desempregado, nas CNTP vivia em estado sólido, mas mesmo duro, Aldeído não conseguia abandonar o vício, queimando suas parcas economias ao vender as suas últimas propriedades químicas.
  Numa triste tarde de outubro, Aldeido foi preso e levado para uma cadeia molecular de segurança máxima. Lá recebeu a pressão de um vapor, que havia lhe adiantado uns compostos orgânicos. Depois de uma acalorada (+ ou- 360 Fahreinheit) discussão, o marginal partiu para a violência e, usando sua massa molecular, trucidou o pobre Aldeido Fenol, que não teve tempo nem para uma simples reação iônica.
(fonte: http://www.cros.hpg.com.br/humor/quimica.htm)

Química do peido

Os gases estomacais têm várias origens, podem ser provenientes de ar engolido, de reações químicas no aparelho digestivo, produzido por bactérias ou oriundo da corrente sanguínea.
  A composição do peido é bastante variada, a reação entre o ácido produzido no estômago e os fluidos do intestino pode produzir dióxido de carbono (CO2), que também é um componente do ar (atomosférico) e/ou resultante da ação das bactérias. As bactérias também podem produzir hidrogênio e metano.

  As proporções da composição dos gases intestinais pode depender de vários fatores, tais como, o que comemos, quanto ar é engolido, que tipo de bactérias estão no aparelho digestivo e quanto tempo o gás permanece preso.

  Quanto mais o gás permanece preso, maior é a proporção de nitrogênio em sua composição, pois os outros gases podem ser absorvidos pela corrente sanguínea.

  Todo o metano produzido é de origem bacteriana e não tem origem das células humanas.

  O fedor do peido tem origem na presença de gás sulfídrico (H2S), metanotiol     (H3C-S-H), dimetil sulfeto (H3C-S-CH3) e mercaptanas na mistura. Estes compostos contém enxofre em sua composição. A proporção dos compostos fedorentos representa algo como 1% do total.

  Compostos ricos em nitrogênio, tais como escatol (3-metil indol) e indol também contribuem para o mau cheiro.

  Quanto mais a dieta for rica em alimentos ricos em enxofre, maiores os problemas. por exemplo couve-flor, ovos e carne. Também pode existir um fator genético que predispõem um indivíduo a ter mais problemas com gases.

  Em um adulto a produção de gases intestinais varia de 200 a 2000ml diários.

  A quantidade de hidrogênio e metano na composição total pode tornar os gases inflamáveis.

  Uma observação importante é que o metano, hidrogênio, gás carbônico e nitrogênio não possuem odor.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Gás do riso

Nesta caricatura (foto abaixo)  feita por James Gillray, em 1802, ele resolveu brincar um pouco com as pesquisas sobre gases feitas pelo químico britânico Humphry Davy.
          
Davy participava de um grupo chamado "Pneumatic Institution", que visava, entre outras coisas, investigar a possibilidade do uso terapêutico do óxido nitroso (N2O), também conhecido como gás do riso.
 


Extraído e adaptado de: http://www.humornaciencia.com.br por http://www.agracadaquimica.com.br

Capacete com nitrato de amônio

Uma tecnologia desenvolvida na Inglaterra pode ajudar a salvar vidas nos acidentes de moto. Quem tem cabeça sabe que não se trata de um mero acessório. No lazer, no trabalho ou nos esportes de velocidade, o capacete é um indispensável item de segurança. Ajuda a evitar maiores danos em caso de acidente.
Agora esse importante equipamento ganha mais um reforço: um sistema para manter a cabeça resfriada depois de uma forte pancada.
 
Por fora é um capacete como qualquer outro. O segredo está dentro dele, embaixo da forração. Uma embalagem que contém água e outra com nitrato de amônio  (NH4NO3). Na hora do acidente, por conta do impacto, o saquinho arrebenta, a água entra em contato com o nitrato de amônio e provoca uma reação química, que instantaneamente faz baixar a temperatura interna. Fica ao redor de zero grau. A reação que ocorre seria esta:
 
NH4NO3 + H2O → NH4+(aq) + NO3-(aq)         ∆H = +26,2 kJ/mol
 
A reação acima representa um processo endotérmico, ou seja, esta reação absorve calor do ambiente na hora de sua dissolução em água. Por isso, a sensação que o acidentado sentiria seria de frio intenso. Esse sal (NH4NO3), já é usado por atletas de elite que precisam de compressas frias para resolver problemas musculares. Sabe-se que a adição de 30 g desse sal em 100 mL de água, faz com que a temperatura diminua de 20ºC para 0º C.
 
O centro de inovações da Universidade de Brighton, no sul da Inglaterra, analisou o que acontece com o cérebro depois de levar uma pancada. A temperatura da cabeça aumenta. Quando passa de 42ºC, pode ser fatal. O objetivo da refrigeração instantânea é manter a temperatura normal do cérebro, pouco acima de 37ºC.
 
O inventor do sistema explica que o nitrato de amônio (NH4NO3), misturado com água, forma uma espécie de capa sobre a cabeça, dentro do capacete.
 
A refrigeração, segundo ele, chega a durar 45 minutos, tempo suficiente para que o acidentado seja socorrido.

Fonte: http://www.agracadaquimica.com.br

terça-feira, 9 de abril de 2013

Nas mãos de todo bom professor de Química

Nas mãos de todo bom mecânico, há sempre as melhores ferramentas; nas de uma boa costureira, há sempre bons tecidos, boas agulhas, boas linhas, boas tesouras. E nas mãos de um bom professor de Química? O que esse profissional deve ter?
Todo bom profissional está a todo tempo inovando suas técnicas, seus conhecimentos e suas ferramentas de ação, por isso é que nenhum deles deixam ser ultrapassados por conhecimentos a qual lhe compete. Veja: Um professor de Química deve está sempre procurando novos conhecimentos, conhecer o espaço em que atua e as razões para sua atuação. Imagine se, com os avanços que temos, os professores insistissem em falar que o átomo é análogo a uma "bola de sinuca" ou mesmo a um "baião de cargas positivas e negativas". Certamente os cidadãos que ele estava instruindo não exerceria a plenitude de sua cidadania, pois os seus conhecimentos estavam "vencidos" a mais de um século.
Pensando nisso, o moderador desse blog lhe trará sugestões de ferramentas imprescindíveis para você se tornar um bom profissional da educação Química. Nessa postagem seguem as sugestões:
Revista "Química Nova na Escola": É uma publicação trimestral da Divisão de Ensino da Sociedade Brasileira de Química (SBQ) e  destina-se a "subsidiar o trabalho, a formação e a atualização da comunidade do Ensino de Química brasileiro" (http://qnesc.sbq.org.br/) . " É um espaço aberto ao educador, suscitando debates e reflexões sobre o ensino e a aprendizagem de química". No portal http://qnesc.sbq.org.br/ você encontra todas as publicações da revista, disponíveis para download desde a primeira edição, em 1995.
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Edição de Maio de 1995
Edição de Fevereiro de 2013
Para mais dicas, continue acessando o nosso blog.

Aguarde, que muitas novidades estão por vir.

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Fernando Lima, acadêmico bolsista do PIBID-UVA 2011.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Uma história de amor entre as HIDROgênias e os OXIgênios!

Uma dupla de oxigênios saiu para curtir a vida e então encontraram duas garotas hidrogênias. Elas e eles conversaram um bom tempo, viajaram pelos pulmões dos mais famosos presidentes do mundo, de atrizes famosas, do sertanejo, da bela adormecida, do papai Noel, do pato Donald, dos smilinguidos, do pica-pau, do piupiu, enfim das figuras mais "figuraças" da Terra.
As hidrogênias sempre ficavam uma perto de outra, assim como os oxigênios também andavam unidos. Mais em uma de suas viagens eles se depararam com uma boate e "arocharam o nó" nas bebidas. As "meninas" ficaram fora de si, os "meninos" ficaram excitados e já não iam muito bem entre si.
Durante a festa, enquanto os gases nobres desfilavam na "pista", os Metais Terrosos decidiram animar a festa com uns efeitos luminosos e acenderam uns sinalizadores. Foi o princípio de uma tragédia? Depende?
A boate pegou fogo e as garotas hidrogênias e os garotos oxigênios, no tumulto começaram a "se roçarem". A química rolou, mas tudo acabou em água.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

20 qualidades do professor ideal.

O docente ideal:
1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas.
2. Tem consciência das características de desenvolvimento dos alunos.
3. Conhece as didáticas das disciplinas.
4. Domina as diretrizes curriculares das disciplinas.
5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, o desenvolvimento dos estudantes e seu nível de aprendizagem.
6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de aprendizagem e as características de seus alunos.
7. Escolhe estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem.
8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem.
9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem de todos.
10. Institui e mantém normas de convivência em sala.
11. Demonstra e promove atitudes e comportamentos positivos.
12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos.
13. Aplica estratégias de ensino desafiantes.
14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do pensamento autônomo.
15. Otimiza o tempo disponível para o ensino.
16. Avalia e monitora a compreensão dos conteúdos.
17. Busca aprimorar seu trabalho constantemente com base na reflexão sistemática, na autoavaliação e no estudo.
18. Trabalha em equipe.
19. Possui informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão.
20. Conhece o sistema educacional e as políticas vigentes.
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Fonte: http://revistaescola.abril.com.br
Adaptação dos Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente - Documento para Consulta Pública, MEC/Inep.
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